Ilustração editorial comparando CDB e Tesouro Direto com curvas geométricas ascendentes em azul-marinho e verde esmeralda
Finanças para Alta Renda

CDB ou Tesouro Direto: Qual o Melhor Investimento em 2026?

CDB ou Tesouro Direto em 2026: comparativo de rendimento, IR, liquidez e risco com foco em alta renda. Calculadora com retorno líquido para R$100K, R$300K e R$1M.

Ricardo Melo · CEO & Fundador da Credco18 de março de 202611 min de leitura

Em resumo: O CDB e o Tesouro Direto têm a mesma tributação (IR regressivo de 22,5% a 15%). A vantagem do Tesouro Selic é liquidez diária sem risco de crédito — é garantido pelo governo federal. O CDB pode pagar mais (110%-120% do CDI) mas exige atenção ao FGC (limite de R$250K por instituição) e à liquidez contratada.

O debate CDB ou Tesouro Direto é recorrente entre investidores de renda fixa — e a resposta mudou em 2026. Com a SELIC a 15,00% ao ano (BACEN), os dois produtos pagam bem. Mas para quem tem R$300K, R$500K ou R$1M alocados, as diferenças de rendimento líquido, liquidez e risco de crédito entre eles representam dezenas de milhares de reais por ano.

Este guia não vai dizer "depende do seu perfil". Vai mostrar os números reais: quanto cada produto rende líquido por prazo, quando o CDB supera o Tesouro Selic, e como estruturar a alocação para quem tem patrimônio acima do limite do FGC.


CDB e Tesouro Direto — O Que São e Como Funcionam #

CDB (Certificado de Depósito Bancário) #

O CDB é um título de renda fixa emitido por bancos para captar recursos. Quando você compra um CDB, está emprestando dinheiro ao banco em troca de uma remuneração acordada. As modalidades mais comuns são:

  • CDB pós-fixado: remunera um percentual do CDI (ex: 110% do CDI). É o formato mais comum e o mais comparável ao Tesouro Selic.
  • CDB prefixado: taxa fixa acordada no momento da compra (ex: 14,5% ao ano). Vantajoso se a SELIC cair.
  • CDB IPCA+: remunera IPCA + spread fixo (ex: IPCA + 7%). Concorre diretamente com o Tesouro IPCA+.

A rentabilidade do CDB varia de banco para banco. Grandes bancos (Itaú, Bradesco, Caixa) pagam 100% do CDI ou menos. Bancos médios e fintechs (Inter, C6, Nubank, PagBank) pagam de 110% a 125% do CDI, especialmente em prazos mais longos ou com carência.

Tesouro Direto #

O Tesouro Direto é o programa do Tesouro Nacional que permite a pessoas físicas comprar títulos públicos federais. As principais modalidades são:

  • Tesouro Selic: pós-fixado, remunera 100% da SELIC. Liquidez diária (resgate em D+1). Sem risco de mercado.
  • Tesouro IPCA+: híbrido, remunera IPCA + taxa prefixada (ex: IPCA + 7,12%). Marcação a mercado — pode oscilar antes do vencimento.
  • Tesouro Prefixado: taxa fixa até o vencimento. Sensível à variação dos juros.

Para efeito de comparação direta com o CDB pós-fixado, o produto relevante é o Tesouro Selic — ambos acompanham os juros de curto prazo, mas com estruturas de risco e liquidez distintas.


Comparativo de Rendimento: CDB vs Tesouro Direto em 2026 #

Com a SELIC a 15,00% ao ano e CDI a 14,90% ao ano (março/2026, BACEN), veja o rendimento líquido estimado para diferentes cenários de investimento:

Tabela 1 — Rendimento Líquido por Produto e Prazo (aporte de R$100.000) #

Produto6 meses1 ano2 anos
Tesouro Selic (100% SELIC)R$5.856R$12.168R$25.820
CDB 100% CDIR$5.820R$12.100R$25.684
CDB 110% CDIR$6.380R$13.310R$28.252
Tesouro IPCA+ 7,12% (IPCA 5,4% + 7,12%)R$5.190*R$11.800*R$25.900*

Tesouro IPCA+: cálculo considera IPCA projetado de 5,4% a.a. (Focus/BACEN mar/2026) + spread de 7,12% a.a. Valor sujeito à marcação a mercado se resgatado antes do vencimento.

Premissas: IR regressivo (22,5% para 6 meses; 20% para 1 ano; 15% para 2 anos). Taxa de custódia do Tesouro Direto de 0,2% a.a. inclusa no cálculo do Tesouro Selic. Valores aproximados — cenário de SELIC e CDI estáveis.

Tabela 2 — Rendimento Líquido por Faixa de Patrimônio (prazo de 1 ano, CDB 110% CDI vs Tesouro Selic) #

Patrimônio InvestidoTesouro Selic (líquido)CDB 110% CDI (líquido)Diferença anual
R$ 100.000R$ 12.168R$ 13.310+R$ 1.142
R$ 300.000R$ 36.504R$ 39.930+R$ 3.426
R$ 1.000.000R$ 121.680R$ 133.100+R$ 11.420

Para quem tem R$1M alocado em renda fixa, a diferença entre Tesouro Selic e um CDB de 110% do CDI representa mais de R$11.000 por ano — apenas por escolher o produto certo e distribuir em bancos médios com cobertura total do FGC.


Tributação — Como IR Impacta o Retorno de Cada Produto #

CDB e Tesouro Direto têm exatamente o mesmo regime tributário: IR regressivo retido na fonte, sem come-cotas. A alíquota cai conforme o prazo de aplicação:

Prazo de AplicaçãoAlíquota IR
Até 180 dias22,5%
181 a 360 dias20%
361 a 720 dias17,5%
Acima de 720 dias15%

Fonte: Receita Federal — Lei 11.033/2004

Isso significa que para maximizar o retorno líquido, você deve:

  1. Evitar resgates nos primeiros 6 meses sempre que possível — a alíquota de 22,5% consome parte relevante do ganho.
  2. Priorizar prazos acima de 2 anos para atingir a alíquota mínima de 15%.
  3. Nunca usar fundo DI bancário como substituto — os fundos de renda fixa têm come-cotas semestral (antecipação de IR em maio e novembro), o que reduz o capital composto ao longo do tempo.

Por que o fundo DI é a pior alternativa #

O come-cotas recolhe IR antecipado duas vezes por ano, na menor alíquota do prazo (mínimo de 15% para longo prazo). O efeito composto perdido é significativo:

  • Um fundo DI que rende 100% do CDI com come-cotas semestral entrega resultado inferior ao Tesouro Selic ou CDB pós-fixado equivalente no prazo de 2 anos ou mais.
  • A diferença cresce com o patrimônio: para R$500K investidos por 3 anos, o come-cotas pode consumir R$8.000–R$12.000 a mais em IR em relação ao CDB ou Tesouro Direto equivalente.

A conclusão é direta: fundo DI de banco grande não faz sentido para quem tem alternativa de CDB ou Tesouro Selic — paga IR antecipado e geralmente remunera menos que 100% do CDI por conta das taxas de administração.


Liquidez — Quando Você Pode Resgatar Seu Dinheiro #

A liquidez é onde o Tesouro Selic e o CDB diferem de forma mais prática.

Tesouro Selic #

O Tesouro Selic tem liquidez diária real: você pode vender qualquer dia útil e o dinheiro cai na sua conta em D+1 (um dia útil). Não há carência. Não há penalidade de resgate antecipado.

Isso torna o Tesouro Selic o melhor produto para a reserva de emergência de alta renda — dinheiro que você pode precisar a qualquer momento, sem abrir mão de rentabilidade relevante.

CDB #

O CDB depende do que foi contratado:

  • CDB com liquidez diária: existe, mas geralmente paga 100% do CDI ou menos. Equivalente ao Tesouro Selic, sem a vantagem de risco zero de crédito.
  • CDB com carência (ex: 1 ano, 2 anos): paga mais (110%–125% do CDI) mas não permite resgate antecipado. Se você precisar do dinheiro antes do vencimento, não consegue — ou consegue apenas com desconto significativo no mercado secundário.
  • CDB com vencimento determinado: o resgate só ocorre na data acordada. Sem liquidez antes.

Regra prática para alocação de liquidez:

FinalidadeProduto indicado
Reserva de emergênciaTesouro Selic ou CDB com liquidez diária
Capital de curto prazo (6–12 meses)Tesouro Selic ou CDB 100%–105% CDI com liquidez
Capital de médio prazo (1–3 anos)CDB 110%–120% CDI com carência — maior rendimento compensa a trava
Capital de longo prazo (3+ anos)Tesouro IPCA+ (proteção real) ou CDB IPCA+ com vencimento longo

Risco de Crédito e FGC — Para Quem Tem Mais de R$250K #

Esta é a variável mais crítica para investidores de alta renda — e a mais ignorada.

Tesouro Direto: risco soberano #

O Tesouro Direto é garantido pelo governo federal brasileiro. É o ativo de menor risco disponível no país. Não existe FGC, não existe risco de crédito bancário. O único risco real é o do Estado brasileiro — que historicamente nunca deixou de pagar títulos da dívida interna em moeda local.

Para quem tem capital acima de R$1M e quer simplicidade, alocar parte no Tesouro Selic elimina qualquer preocupação com concentração de risco de crédito.

CDB: risco bancário + FGC até R$250K #

O CDB carrega o risco de crédito do banco emissor. Se o banco quebrar, o FGC (Fundo Garantidor de Créditos) cobre até:

  • R$250.000 por CPF por instituição financeira
  • R$1.000.000 por CPF no total, considerando todos os bancos, renovável a cada 4 anos

Isso significa que, na prática:

  • Até R$250K em um único banco: cobertura total pelo FGC.
  • Entre R$250K e R$1M: você precisa distribuir em múltiplos bancos, respeitando o limite por instituição.
  • Acima de R$1M: o excedente do limite de R$1M total fica desprotegido.

Como estruturar R$1M+ em CDBs com cobertura máxima do FGC #

Para ter cobertura total do FGC com R$1M em CDBs, você precisa de pelo menos 4 instituições diferentes, com no máximo R$250K em cada. Considere usar bancos e fintechs com rating de crédito verificado (Moody's, S&P, Fitch) e evite concentrar em bancos do mesmo grupo econômico — o FGC considera cada CNPJ separadamente.

Distribuição sugerida para R$1M:

InstituiçãoValorProdutoRentabilidade
Banco médio AR$ 240.000CDB 120% CDI, 2 anos~17,5% a.a. bruto
Banco médio BR$ 240.000CDB 115% CDI, 18 meses~16,8% a.a. bruto
Fintech CR$ 240.000CDB 110% CDI, liquidez diária~16,1% a.a. bruto
Tesouro SelicR$ 280.000Tesouro SelicSELIC 100%, sem risco

Com essa estrutura, R$720K têm cobertura total do FGC e R$280K têm garantia soberana — sem concentração de risco.

Atenção: O FGC não garante o rendimento sobre o principal — garante apenas o principal + rendimentos até a data do evento de crédito (intervenção ou liquidação do banco). O processamento do pagamento pelo FGC pode levar semanas. Mantenha sempre parte em Tesouro Selic ou CDB de banco de primeira linha como buffer de liquidez.


Para Médicos com Alto Patrimônio: Qual Faz Mais Sentido? #

A resposta varia por faixa de patrimônio e perfil de uso do capital.

Até R$300K em renda fixa #

  • Reserva de emergência (3–6 meses de despesas): Tesouro Selic ou CDB com liquidez diária. Não trave essa parcela.
  • Capital de médio prazo: CDB 110%–115% CDI com carência de 1–2 anos em banco médio de boa reputação. A diferença de R$3.400/ano para R$300K é relevante.
  • Alocação estratégica: considere Tesouro IPCA+ para proteção contra inflação a longo prazo — especialmente se você tem despesas atreladas ao IPCA (imóveis, saúde, educação).

R$300K a R$1M em renda fixa #

Nessa faixa, o FGC exige atenção. Distribuição em 3–4 bancos diferentes é obrigatória para quem quer cobertura total. A estratégia mais eficiente combina:

  • 30%–40% em Tesouro Selic (liquidez, risco zero)
  • 50%–60% em CDBs de bancos médios (110%–120% CDI, carência variada)
  • 10%–20% em Tesouro IPCA+ com vencimento longo (proteção real de longo prazo)

Acima de R$1M em renda fixa #

Acima de R$1M, o Tesouro Direto ganha peso maior simplesmente por não ter limite de cobertura. CDBs acima de R$1M total ficam parcialmente descobertos pelo FGC — e a diferença de rentabilidade entre um CDB de 110% CDI e o Tesouro Selic não justifica o risco não coberto para valores elevados.

Investidores com patrimônio líquido acima de R$3M devem considerar também fundos exclusivos e LFTs diretas (Letras Financeiras do Tesouro) via mercado secundário, com rentabilidades acima das disponíveis no varejo.

A construção de patrimônio nessa faixa exige uma visão integrada que vai além de CDB vs Tesouro — o planejamento completo é detalhado em nosso guia sobre independência financeira.


Erros Mais Comuns em CDB e Tesouro Direto #

  1. Manter reserva de emergência em poupança. A poupança rende 70% da SELIC quando a taxa está acima de 8,5% — o que representa uma perda de R$3.000 a R$6.000/ano para quem tem R$100K parado comparado ao Tesouro Selic.

  2. Confundir rentabilidade bruta com rentabilidade líquida. Um CDB de 120% do CDI bruto não é 20% melhor que o Tesouro Selic — o IR regressivo é idêntico para os dois. A diferença real é menor, mas ainda relevante.

  3. Ignorar o limite do FGC e concentrar em um único banco. Um banco médio pode oferecer 125% do CDI, mas concentrar R$500K em uma única instituição expõe R$250K fora da proteção do FGC — risco assimétrico que não justifica o prêmio de rentabilidade.

  4. Resgatar Tesouro IPCA+ antes do vencimento sem necessidade. A marcação a mercado pode gerar prejuízo real se as taxas de juros subiram desde a compra. Esse produto é para quem pode carregar até o vencimento.

  5. Usar fundo DI bancário como "CDB alternativo". O come-cotas semestral e a taxa de administração dos fundos DI de grandes bancos tornam esse produto sistematicamente inferior ao Tesouro Selic ou CDB direto para investidores que têm acesso às plataformas corretas.

  6. Não comparar o CDB com LCI/LCA disponíveis no mesmo prazo. LCI e LCA são isentos de IR para pessoa física. Um LCI de 95% do CDI líquido equivale a um CDB de 112% do CDI tributado no prazo de 2 anos. Sempre compare o retorno líquido, não o percentual bruto.


Perguntas Frequentes #

CDB ou Tesouro Direto paga mais em 2026? #

Depende do prazo e do emissor do CDB. CDBs de bancos médios chegam a 115%–125% do CDI, superando o Tesouro Selic líquido. Para prazos curtos (menos de 6 meses) ou para reserva de emergência, o Tesouro Selic costuma ser mais eficiente pela liquidez e ausência de risco de crédito. Para prazos de 1–2 anos com capital que não será necessário antes do vencimento, CDBs de 110%+ do CDI tendem a superar o Tesouro Selic líquido.

Fonte: Tesouro Nacional, BACEN

O Tesouro Direto tem risco de crédito? #

Não. O Tesouro Direto é garantido pelo governo federal brasileiro — é o ativo de menor risco disponível no Brasil. Diferente do CDB, não há risco bancário e não existe necessidade de FGC. O único risco relevante no Tesouro Prefixado e no Tesouro IPCA+ é a marcação a mercado: se você vender antes do vencimento e os juros subiram, pode receber menos do que investiu. No Tesouro Selic, esse risco praticamente não existe.

O FGC cobre quantos CDBs tenho? #

O FGC cobre até R$250.000 por CPF por instituição financeira, com teto global de R$1.000.000 por CPF (renovável a cada 4 anos). Com R$1M para investir em CDBs, você precisa distribuir em pelo menos 4 bancos diferentes para ter cobertura total. Importante: bancos do mesmo grupo econômico (ex: Banco A e sua corretora subsidiária) podem ser considerados a mesma instituição para fins do FGC — verifique o CNPJ.

Posso perder dinheiro no Tesouro Direto? #

No Tesouro Selic, não — ele acompanha a SELIC diariamente e não oscila com o mercado. No Tesouro IPCA+ e no Tesouro Prefixado, há marcação a mercado: o preço do título oscila diariamente com as expectativas de juros. Se você vender antes do vencimento em um período de alta de juros, pode receber menos do que investiu. A solução é simples: carregue o título até o vencimento e o rendimento contratado na compra é garantido.

Qual a diferença entre CDB e LCI/LCA? #

LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) são isentos de IR para pessoa física. Isso muda completamente a comparação: um LCI de 92% do CDI bruto equivale, em retorno líquido após IR, a um CDB de aproximadamente 108% do CDI no prazo de 2 anos (alíquota de 15%). Se você encontrar LCI com mais de 95% do CDI, é quase sempre superior ao CDB tributado equivalente. Sempre calcule o retorno líquido, não o percentual de CDI no bruto. Veja também nosso comparativo completo sobre PGBL ou VGBL para entender como a tributação afeta diferentes produtos financeiros.




Conclusão: Como Tomar a Decisão Certa #

A escolha entre CDB e Tesouro Direto não é binária — os dois produtos têm papéis distintos na carteira de renda fixa de alta renda:

  • Tesouro Selic: reserva de emergência, liquidez imediata, risco zero de crédito. Sem limite de cobertura.
  • CDB com liquidez diária: alternativa ao Tesouro Selic para quem prefere operar por plataformas de investimento com mais opções de banco.
  • CDB com carência: capital de médio prazo que você não vai precisar antes do vencimento. Paga mais — mas trava o dinheiro.
  • Tesouro IPCA+: proteção real de longo prazo, ideal para quem quer garantir poder de compra por décadas. Carregue até o vencimento.

Para médicos e profissionais com renda acima de R$20.000/mês, a renda fixa de alta qualidade é apenas uma camada da estratégia patrimonial. A construção de patrimônio real exige planejamento integrado — previdência privada, estrutura de holding, alavancagem patrimonial e diversificação entre classes. Entenda como calcular sua meta de independência em nosso guia de independência financeira e complemente com o planejamento previdenciário em PGBL ou VGBL e aposentadoria para médicos.


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Aviso: Este artigo tem caráter educacional e não constitui recomendação de investimento individual. Rentabilidades passadas não garantem rentabilidades futuras. Consulte um planejador financeiro certificado (CFP) antes de tomar decisões de investimento.

Ricardo Melo é CEO e Fundador da Credco, consultoria de alavancagem patrimonial para profissionais de alta renda. Ao longo de mais de 10 anos, a Credco estruturou mais de R$250 milhões em patrimônio para 500+ clientes, com foco em médicos, advogados e empresários.

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